De 2003 a 2006, Diogo Salles participou
da Ação Social do Rally dos Sertões
como voluntário do Instituto Brasil
Solidário.
No projeto cultural, chamado 'Livro na Estrada e Pé
na Tábua' desenvolveu as Oficinas e Cursos de Desenho.
O trabalho foi dividido
em 2 módulos. A Oficina como uma coisa mais
recreativa que servia para estimular a criatividade de crianças a partir
de 5 anos, onde elas podiam se expressar através do desenho. Ao mesmo
tempo que aprendiam, se divertiam.
Nessas oficinas era comum encontrar crianças e adolescentes
com uma capacidade artística tão grande que a oficina
ficou pequena pra tanto talento.
Para esses futuros artistas, surgiu o Curso Relâmpago, que tinha como objetivo
direcionar esse futuros talentos a encontrarem seus próprios estilos e desenvolverem sua própria linguagem.
Os alunos selecionados para o curso receberam apostilas e
o kit de desenho, contendo material mais específico
para quem desenha profissionalmente e aprendem algumas técnicas,
como construção do desenho, cartum, arte final, luz e sombra,
volume, cor, entre outras coisas. Abaixo temos algumas fotos tiradas durante
essas oficinas e cursos. |

Futuros feras do Cartum e da arte final |

A importância do volume e da luz |

Classe lotada no curso
em Porto Seguro (BA) |

Material de desenho para os alunos do curso |

As oficinas: pura criatividade e diversão |

Croquis e mangá
em pleno Jalapão (TO) |
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Vídeos relacionados
Assista à entrevista concedida ao jornalista Wagner Prado para o programa Trocando Idéias (TV da Gente), onde Diogo Salles fala sobre seu trabalho de oficinas e cursos de desenho para ações sociais voltadas à arte e a cultura brasileira.
Veja também um trecho sobre as oficinas que saiu no especial Ressoar (Rede Record). |
Coque, o violeiro de uma mão só
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"Estamos em três pessoas mapeando a região onde faremos dentro de algumas semanas um trabalho de ação social com a comunidade local. Estou pegando um café na entrada da pousada e vejo um instrumento do tamanho de um cavaquinho. É uma violinha feita de buriti, madeira típica da região. A dona da pousada diz que foi produzida por um artista local, chamado Coque, que também toca violão. Não chamaria tanta atenção se não fosse por um detalhe: ele é aleijado. Da mão direita. Sim, um artesão-violeiro de mão esquerda. Coquelino Soares Cardoso, natural de Natividade (TO), nasceu em 1958 e foi vítima de paralisia infantil aos três anos de idade. Aos 16 anos, ignorando a reprovação da própria família, construiu o seu primeiro violão e ensaiou em acordes disformes seu pioneirismo. ”Quer viola pra quê? Nós com duas mãos não tocamos. Você com uma vai tocar?”, diziam. Solitário, prosseguiu em seu sonho e se tornou um autodidata no instrumento. (...) Despertados por uma atroz curiosidade, saímos à sua procura..."
continue lendo no Digestivo Cultural |

Maiara, de Padre Bernardo (GO):
talento precoce, aos 11 anos |
Ao Mestre
Com Carinho

Marcos,
de Minaçu (GO), meu primeiro aluno
surdo-mudo: comunicação através da arte |

Éder
(9 anos), meu aluno
prodígio de Cândido Sales (BA) |
Oficina
Expo
Veja alguns trabalhos desenvolvidos durante as oficinas no Rally dos
Sertões
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