Quem sou (por enquanto)

Em tempos de informação à velocidade da luz, é preciso encontrar definições em 140 caracteres (ou menos). Então aqui vai: Diogo Salles nasceu cartunista, cresceu designer e envelheceu escritor.

Para os mais pacientes, a história longa: tudo teve início em 1976, em São Paulo. Os primeiros passos como arteiro começaram ainda na infância, desenhando em papel, na areia, no asfalto, onde fosse possível. Em 1998, se tornou ilustrador profissional e logo em seguida começou a trabalhar como (web)designer numa agência digital criando sites, newsletters, logotipos, ilustrações e material gráfico.

Ao longo dos anos, prestou serviços de design, ilustração e caricaturas ao vivo para empresas de diversos setores, como Ambev, Votorantim Cimentos, TAM, Luxaflex, Planus, Sarstedt, DHL e Itaú.

Em 2004 participou da fundação do Instituto Brasil Solidário (IBS), que desenvolve trabalhos sociais no interior do Brasil. Começou ministrando oficinas e cursos de desenho para crianças e jovens arteiros (como ele havia sido). Hoje, sua função é promover seminários para discutir políticas públicas com professores, secretários de educação e agentes comunitários.

Em 2006, lançou seu primeiro livro, corruPTos?... mas quem não é? de forma independente e recebeu uma indicação ao Prêmio HQ Mix na categoria "Publicação de Charges". Com o livro, acabou caindo de paraquedas na escrita e iniciou suas colaborações para o Digestivo Cultural, onde foi colunista fixo até 2010.

Em 2009, inaugurou ao lado de Rafael Fernandes o Tungcast, podcast que trazia a proposta de debater música em nível geek. Na esteira do sucesso do podcast, surgiu o site Geek Musical, que incorporou o Tungcast, lançou novos canais de leitura sobre música e desafiou os limites do geekismo musical até o final de 2015.

Em setembro de 2007, estreou como chargista diário no Jornal da Tarde, onde ficou até o último dia de vida do jornal, em outubro de 2012. Lá, manteve o blog de humor Trágico e Cômico, com charges, tirinhas e textos sarcásticos sobre a política e a sociedade. Em paralelo, colaborou com resenhas e conteúdos musicais para o caderno Variedades (JT) e para o Caderno2 do Estadão.

Em 2014, Diogo reuniu o melhor de seu trabalho no JT em livro. Intitulado Trágico e Cômico: os protestos em charges e lançado pela Primavera Editorial, o livro traz uma visão sobre o Brasil que tinha ido às ruas protestar no ano anterior.

Também em 2014 estreou o SPFCharges, blog de charges sobre o São Paulo Futebol Clube, abrigado no portal ESPN FC, contendo posts cômicos, cornetadas e histórias da Era-Telê.

Em paralelo, Diogo manteve seus trabalhos de design gráfico e ilustrações para empresas dos mais variados segmentos, além de ter se tornado palestrante para alunos do ensino médio, ministrando palestras e debates sobre temas políticos usando a linguagem da charge e do cartum para atrair os jovens para os temas propostos.